Sobre
Arquitetura como consciência aplicada à vida real
Sou arquiteta e urbanista (CAU 00A3200671). Antes da arquitetura, trabalhei com marketing e comunicação estratégica, e é dessa mistura que nasce o meu jeito de projetar.
A história
Entre humanas e exatas
A arquitetura apareceu num teste vocacional e fez sentido porque equilibra sensibilidade humana, criatividade e raciocínio técnico. Com o tempo, deixou de ser só profissão e virou a possibilidade de transformar espaço em qualidade de vida, dignidade e expressão.
Do marketing eu trouxe a leitura profunda de quem está do outro lado, o olhar de composição e a organização de processos. Por isso eu começo entendendo a pessoa, a rotina e o que o espaço precisa comunicar, e só depois desenho.
Eu não imponho uma casa ao cliente. Eu guio o cliente até a casa que faz sentido para a vida dele.
O símbolo
Onde a linha encontra a curva
A curva aberta é o humano. A linha reta é a estratégia. Juntas formam o a de Analuíza e o c de Corrêa, e no centro acende uma faísca: a ideia.
Como eu decido
Seis princípios
- 01
Entender antes de propor
Nenhum desenho, orçamento ou opinião sem antes ouvir e diagnosticar.
- 02
Dar direção antes de executar
Toda obra começa com plano, custo e sequência claros.
- 03
Uma decisão por vez
Etapas com entrega, prazo e aceite. Você nunca decide tudo de uma vez.
- 04
Firme e gentil
Digo o que precisa ser dito, com cuidado. Não agrado para vender.
- 05
Clareza é cuidado
Explicar o porquê de cada escolha faz parte da entrega.
- 06
Feito para quem vive ali
Referência inspira; a rotina de quem mora decide.